Sorrir é uma ação natural que gera empatia, é porta de entrada para gentilezas. E, para colocar sorrisos nos rostos de ludovicenses, a Tayanne Guará teve uma ideia: usar sua profissão de cirurgiã-dentista para levar atendimento odontológico àqueles que não têm acesso a esse tipo de serviço, através do Projeto Sorrir.

“Tive a ideia ano passado. Eu já fazia algumas ações, mas pela minha igreja. Comecei atendendo na FUNAC, e depois virou algo maior”, conta Tayanne. Ela explica que esses atendimentos são caros, e por isso, um grupo de cerca de dez voluntários atua fazendo restaurações, canais, entre outros procedimentos.

De crianças a pessoas idosas, o objetivo da Tayanne é criar conexões. “A gente faz ações pontuais, mas o objetivo é criar um vínculo com as pessoas que a gente atende, voltar a cada dois, três meses”, explica. O grupo faz os atendimentos em locais como orfanatos, centros de reabilitação e outras instituições, além de contar com suporte de clínicas parceiras.

Para a dentista, o maior desafio do projeto é angariar fundos para seguir com os atendimentos. Agora, o objetivo é conseguir um consultório portátil e realizar uma ação na Ilha de Santa Bárbara, em Turiaçu – e, para arcar com os custos, os voluntários fizeram uma vaquinha online.

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O Projeto Sorrir conta com dez voluntários que atendem em comunidades onde a assistência odontológica não é acessível. (Foto: Acervo Pessoal)

Para você que tem uma ideia ou vontade de ajudar as pessoas e praticar #Generocidade, a Tayanne dá a dica: basta ter iniciativa.

Ninguém precisa fundar uma ONG pra ajudar. Uma única pessoa desconhecida que você ajude, que pode não te dar absolutamente nada em troca, já é uma grande ajuda. A gente às vezes deixa de ajudar porque acha que faz pouco. Não é. Não espere que o mundo mude por grandes ações realizadas por outras pessoas, mas sim por pequenas ações diárias feitas por cada um de nós.

Quer conhecer mais sobre a ação? O trabalho do Projeto Sorrir pode ser acompanhado através do Instagram @projeto.sorrir.

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